Uma funcionária de um instituto de pesquisa sobre a peste, na Sibéria, morreu em circunstâncias ainda não esclarecidas, levando autoridades russas a colocar dezenas de pessoas em quarentena na região de Irkutsk.
Segundo informações publicadas pela Agência Brasil, a morte provocou temor nas redes sociais, mas autoridades locais afirmaram que a situação está sob controle. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que, com base nos dados disponíveis até o momento, o risco à saúde pública para a população em geral parece ser baixo.
A mídia local identificou a pesquisadora como Darya Shipilova, funcionária do Instituto de Pesquisa Antipeste de Irkutsk da Sibéria e do Extremo Oriente. As autoridades russas afirmaram que ela morreu de pneumonia de origem ainda não determinada.
O órgão regulador de saúde da Rússia, Rospotrebnadzor, informou que não encontrou evidências de acidente no manuseio de patógenos. Mesmo assim, a chefe do órgão, Anna Popova, viajou à Sibéria para uma reunião de emergência.
De acordo com reportagens da mídia russa citadas pela Agência Brasil, cerca de 200 pessoas que tiveram contato com a pesquisadora foram colocadas em quarentena. Partes do hospital da cidade de Shelekhov, onde ela morreu, foram isoladas.
A peste é causada pela bactéria Yersinia pestis e pode se apresentar em diferentes formas clínicas. Quando diagnosticada rapidamente, pode ser tratada com antibióticos, mas casos não tratados podem evoluir de forma grave.
O governador da região de Irkutsk, Igor Kobzev, afirmou que todos os contatos conhecidos da mulher foram identificados, examinados e colocados sob supervisão médica.
Com informações da Agência Brasil/Reuters. A imagem da matéria original tem reprodução proibida e, por isso, não foi reproduzida.
Fonte: Agência Brasil.













