Éden Valadares e Lula, em imagem de arquivo. Foto: Ricardo Stuckert/PR.
Sete nomes da Bahia aparecem nas articulações para a composição dos ministérios de Luiz Inácio Lula da Silva a partir de 2027. A lista reúne Éden Valadares, Wagner Moura, Maria Marighella, Antônio Brito, Alice Portugal, Lídice da Mata e Marcelo Werner.
As possibilidades discutidas envolvem diferentes áreas do governo, mas não representam nomeações confirmadas. A expectativa de interlocutores do Palácio do Planalto é que a definição da equipe seja divulgada em dezembro.
Quem são os cotados e para quais áreas
- Éden Valadares: o secretário nacional de Comunicação do PT é mencionado para a Secretaria de Comunicação Social da Presidência, atualmente comandada por Sidônio Palmeira. Interlocutores do partido apontam, porém, a possibilidade de sua permanência na estratégia de comunicação da legenda.
- Wagner Moura: o ator aparece entre os nomes discutidos para o Ministério da Cultura.
- Maria Marighella: a deputada federal eleita também é cotada para a Cultura. Em declaração ao A TARDE, afirmou que ainda “não há nada conversado” sobre a possibilidade de assumir a pasta. A permanência da atual ministra, Margareth Menezes, também é considerada.
- Antônio Brito: líder do PSD na Câmara e deputado federal reeleito, tem o nome defendido por sua bancada para integrar o primeiro escalão. Agricultura e Pecuária e Pesca e Aquicultura estão entre as pastas discutidas.
- Alice Portugal: a deputada federal reeleita do PCdoB é mencionada para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, atualmente chefiado por Luciana Santos, e também para o Ministério das Mulheres.
- Lídice da Mata: a deputada federal, que não conseguiu se reeleger em 2026, aparece nas conversas sobre o Ministério das Mulheres.
- Marcelo Werner: o secretário da Segurança Pública da Bahia é cotado para um eventual Ministério da Segurança Pública. A possibilidade está vinculada ao avanço da PEC da Segurança e à criação da nova pasta.
Em entrevista ao A TARDE, o governador Jerônimo Rodrigues afirmou que não dificultaria uma eventual saída de Werner para o governo federal, caso o secretário recebesse um convite.
Com informações de A TARDE.














