O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, afirmou nesta sexta-feira, 9 de outubro, que pretende manter o Bolsa Família e o Farmácia Popular caso seja eleito. A declaração foi feita a jornalistas durante um evento de campanha na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
“Há várias mentiras circulando. Uma delas é que eu acabaria com o Bolsa Família. Isso é mentira”, disse o candidato, segundo a Agência Brasil.
Propostas para os programas sociais
Flávio afirmou que o Bolsa Família será direcionado a quem mais precisa e acompanhado de ações de capacitação e qualificação. Para o Farmácia Popular, prometeu entrega de medicamentos em casa e avisos pelo celular sobre os horários da medicação.
As declarações são propostas de campanha. A reportagem não detalha custos, prazos ou regras de implementação das mudanças anunciadas.
O candidato também defendeu incentivo ao empreendedorismo feminino, menos impostos e financiamento barato. Disse que a economia de um eventual governo seria baseada na produtividade.
Segurança pública e Petrobras
Ao lado de Douglas Ruas (PL-RJ), Flávio afirmou que ambos estão alinhados no enfrentamento ao crime organizado e citou o Comando Vermelho, o PCC e as milícias. O candidato declarou a intenção de intensificar o combate a esses grupos.
O senador também negou que pretenda privatizar a Petrobras e classificou a informação como “boataria do PT”.
Sobre os combustíveis, criticou os subsídios do governo ao diesel e afirmou que o fim dos incentivos poderia provocar aumento dos preços após a eleição. Na mesma sexta-feira, o governo prorrogou os incentivos por mais 30 dias.
Apoio de Augusto Cury
Durante o evento, Flávio agradeceu o apoio anunciado na véspera por Augusto Cury (Avante), que disputou o primeiro turno da eleição presidencial. Também afirmou que mantém conversas com outros partidos.
Com informações da Agência Brasil.












